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16 de abr. de 2010

Exagero – Sex and the City 2

Veja bem este cartaz:

Sex and the city 2

Fala sério… Isso é uma afronta às pessoas perdidas no deserto. O pé dela não tá nem dois dedos afundado na areia fina. Areia, diga-se de passagem, salpicada de cristais Swarovski. Ela não pinga nem uma gota de suor diante de um calor de 53o C. Pra piorar, nesse cenário, a morte por desidratação, insolação e cegueira (ela não tem sequer um óculos de sol) não existem.

“Mas cara!!! A intenção do cartaz é mostrar uma Carrie independente, destemida, moderna, fashion…”

Ok… Mas que ela fique em Nova Iorque. Saara Ocidental não é o lugar dela.

É isso…

1 de mar. de 2010

Hit da Net

Tessália Playboy

É uma bela capa. Só fiquei sem entender porquê escolheram a foto que mostra o que ela tem de mais feio: o nariz e a boca.

Bom, saindo da discussão estética da capa, é relevante pensar no fato de uma celebridade do Twitter extrapolar os limites (se é que a rede tem) da internet. Tudo bem que esse tipo de sucesso ainda depende bastante da TV, no caso o BBB. Mas ainda assim já estamos tropeçando na nova onda das “INSTANT CELEBS” que iniciam suas “INSTANT CAREERS” nos sites de relacionamento e blogs.

perezhilton

Para quem não conhece, esse cara aí em cima é um belo (você entendeu em que sentido, né?) exemplo desse fenômeno. Perez Hilton tem um blog que fala de maneira debochada das celebridades americanas. Com seus comentários ácidos e montagens ridículas de fotos tiradas por paparazzi´s ele angariou muitos fãs e, principalmente, despertou o instinto assassino de alguns famosos com menos senso de humor. Sua fama chegou a tal ponto que ele se tornou a personalidade mais influente da internet por três anos seguidos segundo a revista Forbes.

Aceitemos a verdade: Ele não se importa com o ódio que gera. Perez quer mesmo é fama, poder e mentiras.

É isso…

27 de jan. de 2010

Clipe do Dia

É isso…

13 de nov. de 2009

No Distance Left to Run

Mais um vídeo do Blur de rara qualidade. Absolutamente lindo! Música, som e imagem em perfeita harmonia. Uma peça de rara qualidade dirigida pelo diretor e co-fundador do movimento Dogma 95, Thomas Vinterberg,  que teve pouca repercussão na época (fim dos anos 90).

Um “gentil reminder”…

It upsets me, that song. It upset me singing it. Doing that vocal upset me greatly. To sing that lyric I really had to accept that that was the end of something in my life. It's amazing when you do have the guts to do that with your work, because it don't half help you.” (Damon Albarn)

Eu juro que tentei não ser repetitivo. Mas é que esse merecia um destaque imediato no CINEAD MUSIC.

É isso…

26 de ago. de 2009

Where the Wild Things Are

Spike Jonze, diretor que revolucionou a linguagem do videoclipe, se aventura mais uma vez a preencher uns bons metros a mais de filme. É o longa Where The Things Wild Are. A história de um garoto que vai parar em uma floresta cheia de bichos feios e vira rei deles. Pelo trailler dá pra perceber que a história não tem lá muito o pé no chão. Me lembrou um pouco o The Never Ending History, que é meio chato e El Laberiento del Fauno (não posso opinar sobre esse porque não cosegui ver nem 10 minutos).

Essa comparação pode estar errada mas Spike Jonze poderia ter arrumado um tema mais adulto pra filmar um longa. Porém, especulações são perigosas principalmente quando se fala de um dos maiores diretores de videoclipe da história com US$115.000.000,00 na mão para gravar. Por isso, contrariado, vou assistir Onde Vivem os Monstros (título em porguês) de coração aberto e pagar o ingresso esperando o melhor.

É isso…

6 de mai. de 2009

John McLane* forever!

Toda continuação, por si só, é uma maneira fácil de se ganhar dinheiro com alguma idéia batida. Você pega o final feliz do filme anterior e começa o novo filme dizendo: "NÃO! O final do último filme não foi tão feliz assim!!! Mas o dessa continuação vai ter casamento de periquitos no final".

Dá até pra entender o porquê do público cair tão fácil nesse tipo de armadilha. O filme X-Men é realmente muito emocionante. A história, apesar de fantasiosamente nerd, é bem amarrada e bem fiel ao HQ (apesar de eu ter lido pouquíssimas vezes a revista). Dá vontade de ver a continuação. Ok. O segundo filme foi legal. Daí eles inventam que a história é uma trilogia. Beleza. Fui ver o terceiro filme seguindo a trilha das formiguinhas. Mas não dá pra inventar mais NADA decente sobre os mutantes. Mesmo porque o lugar deles são as revistas de quadrinhos.

Então, num brainstorm de produtores executivos de holywood desocupados, alguem dá a idéia:

Já sei! Vamos contar a história do Wolverine desde a sua origem! (...) Olha! Já temos até um título:

'A ORIGEM DO MANO WOLVERINE'



Ótimo! Lá vamos nós perder mais 6 horas de vida com outra trilogia.

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KILL BILL I e II

Até hoje não entendo porquê Kill Bill não teve 3 filmes! Se a gente fosse seguir a linha de raciocínio dos HQ Movies, dava história mais do que suficiente pra outro filme (entre o primeiro e o segundo). O semideus do cinema (Deus tem nome: Martin Scorsese) Quentin Tarantino respeitou o roteiro. Não quis deformá-lo. Inventar anedotas é muito fácil. Difícil é manter o ritmo do roteiro sem ter que encher linguiça com cenas de ação espetaculares ou pieguices de seriados dos anos 80.


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*John McLane é o personagem interpretado por Bruce Willis nos filmes Duro de Matar 1, 2, 3, 4, 5, 6....

É isso...
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15 de jan. de 2009

Promessa para 2009

Desde que decidi ter um blog passei a ter um fantasma na minha cabeça de DDA. Escrevi o primeiro texto e depois não fiz mais nada. Que absurdo! Justo eu que adoro escrever. Bobagens principalmente. Pois é.

Tenho que pedir desculpas a mim mesmo. Pois só eu e mais uns dois gatos pingados leram o texto acima. Mas daqui pra frente vai ser diferente. Vou escrever para uma platéia maior.

Pela volta, agradeço a três mulheres:

Minha mãe que me incentiva todo dia a fazer alguma atividade extra além do trabalho. Principalmente depois que eu sai da faculdade.

Minha consciência, ou Dorinha, que me atormentou por quase um ano para eu engatar de novo nesse blog.

Sarah. Seja defendendo Israel ou chamando Dado Dolabela de "Moleque mimado, agressivo, xexelento que bate em mulher.", ela me convenceu definitivamente de que escrever bobagem é legal.

É isso...