Os anos passam e Portishead continua sendo a trilha sonora ideal para pessoas extremamente blasés. Vou continuar ouvindo e achando bom. Mas NUNCA vou tirar uma música deles do meu notebook para tocar numa festa.
É isso…
Cinema. Vídeo. TV. Propaganda. Marketing. Política. Música. Cultura Pop.
Os anos passam e Portishead continua sendo a trilha sonora ideal para pessoas extremamente blasés. Vou continuar ouvindo e achando bom. Mas NUNCA vou tirar uma música deles do meu notebook para tocar numa festa.
É isso…
Adoro esse clipe! É uma projeção de como seria a parceria do R.E.M. com a Joelma do Calypso no início dos anos 90. Além disso, temos o baterista Bill Berry e sua incrível monocelha pós-grunge.
É isso…
Ninguém é grande sem provar que realmente é. Tapear o público por um curto espaço de tempo, escondendo a mediocridade é fácil. Ninguém com um mínimo de bom gosto (e senso) é idiota; a verdade chega à superfície. No rock essa lei é implacável e tem requintes de crueldade. A cada disco lançado o artista tem que passar por esta prova. E não estou falando de vendagem. Muita gente ruim de serviço vende disco que nem banana. Se vender fosse prova de qualidade, a Ke$ha seria a melhor artista do momento. O que vale mesmo em uma obra é o que ela representa com o passar dos anos.
Resumindo. Ganhar dinheiro com música é emprego. O outro lado são os artistas que criam um legado e viram ícones de uma época. Estes podem ganhar muito dinheiro ou não. É o caso do Velvet Underground que influenciou o rock tanto quanto seus contemporâneos zilhardários, Os Beatles, e ainda assim não quis sair do sulfuroso subsolo. Passados quase 50 anos, Lou Reed (líder do V.U.) continua em plena atividade produzindo ótimos trabalhos. Para poucos, é verdade.
Voltando ao ponto. O rock é uma grande provação para quem o faz. Se você para de provar sem morrer (ou seja, sem virar um mito), provavelmente vai cair no esquecimento.
E não existe nada melhor do que ver uma banda de rock de outra geração (infelizmente não foi a minha) ainda ter músculos para arrepiar seus fãs e PROVAR que é uma das maiores de todos os tempos.
Velhos, pelancudos, cheios de rugas… Parecem ter 18 anos.
É isso…
Ontem foi um dia e tanto. Toda viagem é assim: a partida e a saída são momentos confusos. Ainda estou tentando me adaptar ao espaço da Campus Party. Espaço que aliás é bem grande. São 3 áreas. A primeira é onde ficam os estandes das empresas patrocinadoras, o segundo é um imenso galpão onde os campuseiros conectam seus computadores à banda larga descomunal oferecida pelo evento e finalmente a área onde está a minha barraca e a dos outros nerds que literalmente acampam no evento.
O negócio é que eu ainda não entendi completamente qual é a dinâmica fundamental do evento. É bem diferente de uma feira comum. Os participantes ficam conectados 24 horas por dia e, além disso, dormem, comem e fazem coisas nerds no mesmo lugar. O que eu vi até agora foi um TOTAL frenesi tecnológico.
Junto a tudo isso, existem várias áreas onde acontecem palestras discutindo sobre assuntos relacionados à vida e tecnologia. A quarta-feira começou boa. Já no primeiro evento, a web-artista Giselle Beiguelman, fala sobre technografia e softwares com código aberto. Daqui a pouco quem fala é o estrategista da campanha à presidência de Barack Obama, Scott Goodstein, sobre "Redes Sociais e Mobile Marketing".
É isso…
… só que nesse caso eles estavam um pouco estragados. Mas isso não é problema para o talento infinito do Justice que transformou a música do Lenny Kravitz em uma refrescante limonada suíça servida num dia de calor desértico.
O CINEADMUSIC volta da aposentadoria de férias em grande estilo.
É isso…
Sting era o cão do meu amigo Pedro Ivo. Tinha esse nome por ter os olhos da dor do vocalista do Police. Foi-se na última sexta-feira depois de 11 anos de muito amor.
É isso…
Mais um vídeo do Blur de rara qualidade. Absolutamente lindo! Música, som e imagem em perfeita harmonia. Uma peça de rara qualidade dirigida pelo diretor e co-fundador do movimento Dogma 95, Thomas Vinterberg, que teve pouca repercussão na época (fim dos anos 90).
Um “gentil reminder”…
“It upsets me, that song. It upset me singing it. Doing that vocal upset me greatly. To sing that lyric I really had to accept that that was the end of something in my life. It's amazing when you do have the guts to do that with your work, because it don't half help you.” (Damon Albarn)
Eu juro que tentei não ser repetitivo. Mas é que esse merecia um destaque imediato no CINEAD MUSIC.
É isso…
Pessoal,
Me desculpem pela falta de posts. Jane’s Addiction é o melhor que eu posso oferecer no momento. Em breve mais postagens que não sejam feitas nas coxas como esta.
É isso…
Nova mentalidade, consumidores mais exigentes e cientes dos que estão comprando. É o novo jeito de vender. E quem não posicionar seu produto de acordo com este contexto, vai ficar a ver navios.
É isso...